quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Data-Base 2018: Nova negociação do privado acontece dia 22/01


Devido à resistência do SESCON em negociar cláusulas importantes, a data-base do setor privado continuará sendo debatida. Uma nova reunião entre os sindicatos ficou agendada para o dia 22/01, às 16h.
Entre os pontos divergentes está a cláusula que trata da contribuição assistencial, mas, o principal tema - que tem sido amplamente defendido pelo SEMAPI - é a possibilidade de o trabalhador conferir os cálculos da sua rescisão. Com a reforma trabalhista, as rescisões podem ser feitas diretamente com o patrão, por isso, estamos solicitando que os cálculos rescisórios sejam disponibilizados antes do momento de assinar a rescisão, para que possam ser ao menos verificados. No entanto, o sindicato patronal não está concordando com isso, o que pode ser um grande retrocesso.
Por conta destas questões, também não se avançou em índices de reajuste, já que o SESCON afirma que é preciso primeiro entrar num acordo em relação a estas cláusulas divergentes. Seguimos na luta, defendendo os direitos dos trabalhadores. Cartão vermelho pro retrocesso!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Data-base 2018: Setor Público aprova próximos passos







Com casa cheia e ampla maioria de votos, trabalhadores e trabalhadoras do Setor Público aprovaram contraproposta a ser apresentada ao novo governo do Estado. A Assembleia Geral Extraordinária – sequência da ocorrida em 26 de dezembro, quando a proposta do Executivo foi rejeitada – aconteceu na tarde desta sexta-feira (4), no auditório do SEMAPI.

Antes de apresentar à base as propostas e construir a agenda de mobilização, a diretoria do Sindicato recapitulou para os presentes todo o processo negocial de 2018, que apresentou diversos empecilhos. Divergências entre o governo do Estado e o SESCON (sindicato patronal), calendário eleitoral e os efeitos da nova legislação trabalhista foram alguns dos motivos que culminaram com o atraso nas negociações. Além disso, foram elencados os principais motivos pelos quais a categoria negou a última proposta do (des)governo Sartori: diminuição da multa por atraso nos salários (cláusula que vem possibilitando o recebimento em dia dos vencimentos), alterações nos vales refeição/alimentação e no auxílio educação infantil, exclusão da cláusula de resguardo de direitos e duas condições específicas de FASE/FPE e EMATER, entre outras. 


A proposta
Tendo em vista a troca de governo e o tempo que a nova gestão precisa para se ambientar, conhecer os pormenores das entidades que administra  e suas especificidades, e também a disposição para o diálogo demonstrada durante a campanha, o SEMAPI aprovou por ampla maioria junto à base proposta a ser apresentada na mesa de negociação.
A ideia é pedir uma data para fazer uma contraproposta àquela rejeitada, que seria formada pela manutenção de todas as cláusulas da convenção vigente, mais reposição de 1,76% nas cláusulas financeiras (INPC da data-base).

Mobilização vem aí
Logo após aprovar a proposta, a Assembleia construiu conjuntamente uma série de ações de mobilização da categoria para pressionar o governo a retomar e efetivar a negociação. Segundo a diretoria do Sindicato, a ideia é azeitar as engrenagens para que, caso haja necessidade, todos já estejam prontos para participar.
Dentre as atividades sugeridas, estão busca de unidade com demais sindicatos que ainda negociam suas datas-base, visitas a deputados e a novos gestores das fundações e empresas públicas, caravanas com a diretoria para conversar com a base na capital e no interior e uso de meios digitais de comunicação para disseminar as informações com mais rapidez e clareza. A Assembleia segue em aberto, e pode ser convocada novamente a qualquer momento.




Setor Privado: impasse leva à nova reunião


O encontro do dia 3 de janeiro terminou em impasse. Face à proposta insuficiente do Sindicato Patronal no reajuste dos pisos, o SEMAPI fez uma contraproposta, que será analisada. Um novo encontro acontece dia 9.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Setor Privado tem reunião de negociação

Contamos com a presença de todos e todas nesta quinta (3), para pressionar por uma proposta que convenha à categoria. Cartão vermelho para o retrocesso!